sábado, 10 de janeiro de 2015

O mito da minoria radical islâmica



Para que se possa fazer um estudo sobre os últimos trágicos acontecimentos, e por tudo o que tem acontecido, para que se possa entender o islamismo é necessário ter um profundo estudo das escrituras islâmicas, principalmente o Alcorão e a Suda, se conseguir entender isto entenderá por que sempre digo que o islã não é uma religião de paz e por que isso não é defendido apenas por uma minoria, bem longe disto. Minhas críticas se dão a todos os níveis da religião, ela sempre acabou em tudo o que encostou. E neste momento, ela vai para quem realmente é o problema do terrorismo.  Para se fazer uma crítica neste momento ao islã, precisa-se conhecer ao que é doutrinado e por que eles fazem tudo isto.
Se alguém pode se denominar liberal, precisa seguir as ideias de um liberal. E é segundo as crenças dos islâmicos que eles agem, todo o conjunto funciona assim, a base é as escrituras, se me mostrar o contrário gostarei muito, entretanto há mais de 2 anos que eu venho estudando a fundo o islã é isto. Então sabemos que a Bíblia cristã, por exemplo, é toda cheia de violência. Mas os que creem nas escrituras bíblicas, não são os que jogam aviões contra prédios, decapitando jornalistas, apedrejando mulheres ou mutilando a genitália de crianças. Então o radicalismo islâmico é algo de uma minoria? Deixemos de lado aqueles que são terroristas, crenças radicais são muito mais abrangentes que terroristas, os que têm apresentado argumentos contra isto, convido a todos a estudarem seus argumentos a fundo, e ver como são vazios, escrotos ou ingênuos. E não exaurem minhas críticas que mal comecei.
Os terroristas recebem apoio moral, financeiro e religioso de pessoas que não são terroristas. Temos aproximadamente 1,6 bilhões de islâmicos pelo mundo, distribuídos em mais de 49 países. Esta é uma informação sobre uma pesquisa feita em 2011 pelo Instituto Pew. A Indonésia é o país muçulmano mais populoso, cerca de 50% dos indonésios apóiam a lei da Sharia, não somente na Indonésia mais em vários países. 70% culpas Os Estados Unidos e Israel pelos ataques de 11 de Setembro. Fazendo as contas, temos 143 milhões de pessoas que são radicais. O Paquistão tem cerca de 179 milhões de islâmicos, 76% deles querem a lei Sharia em todos os países. Assim temos mais 135 milhões de islâmicos radicais. Bangladesh, que é um país que muitos nem sabem que é islâmico, tem 149 milhões de islâmicos, em 2013 25% dos islâmicos de lá disseram que os ataques suicidas para matar civis são justos. 82% disseram que querem a Sharia como lei oficial do país, e 66% disseram que matar mulheres por questão de honra é justo também. São mais 121 milhões de radicais. A Turquia que é o país mais moderado do islã tem 32% apresentaram a mesma resposta sobre a justificativa para matar mulheres. O total para tudo isto será de mais ou menos 680.030.030 milhões de muçulmanos radicais no mundo. E você encontrará os cálculos que fiz bem como o resultado final neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=a3fWVO0VA1U
Se o islã é uma religião da paz, por que não vimos protestos de islâmicos contra o terrorismo que tem se apresentado? Por que muitos deles estão agora orgulhosos por cumprirem com a idéia de que Maomé foi vingado? Este mito que está sendo propagado continuara matando muitas pessoas. Se você continua defendendo este mito, veja o que é dito na conferência Internacional Muçulmana em 2013, realizada na Noruega: https://www.youtube.com/watch?v=ZataEz_m73E
Nós precisamos evitar quem faz isto, caso contrário continuará o derramamento de sangue. Gostaria que os liberais como nós, que defendem isto e sei que com boas intenções, olhem para a verdade neste momento, que é o que tem sido há muito tempo. Se somos liberais que lutamos contra qualquer tipo de sufoco do livre pensamento e ditatorialismo, precisamos ver de quem é a culpa mundial de tudo isto estar acontecendo. Se fossem cristãos eu estaria criticando-os, se fosse judeus, ateus ou sistemas como o capitalismo ou quem quer que seja, estaria na minha crítica, mais quem são? A grande parte dos que têm premissa contra princípios liberais são os islâmicos. Temos fatos e estudos sobre isto tudo. Só a questão do tratamento as mulheres tivemos 130 países estudados, 17 dos 20 piores eram islâmicos. Em 10 países muçulmanos você tem a pena de morte só por ser homossexual. Cabeças são decepadas na Meca, o ‘Vaticano’ islâmico. Não haveria um grande protesto entre os liberais lá? Mais nunca tivemos nenhum, pensem nisto. E temos isto de não podermos fazer piadas, críticas, debates, com Kim Jong-Un na Coréia do Norte, por exemplo. E minhas críticas contra o regime mais baixo, desumano e cruel do mundo que é o da Coréia, são constantes.
Temos que parar de dizer que quando acontecem coisas como estas em Paris, nós temos que respeitar às grandes religiões. Primeiro por que não há ‘grande religião’, todas tem o mesmo nível de estupidez, e devemos nos privar nas críticas por que temos e somos capazes de criticar quem bem entendemos, e isto se chama liberdade de expressão. Milhões de muçulmanos não fariam um ataque destes, mais milhões o apoiam e acham justificáveis e aplaudem um ataque como este último. Não foram apenas líderes como Anjem Choudary,  o líder da comunidade islâmica em Londres que aplaudiram isto. O pensamento é de que eles não aprovam à violência, mais quando se trata de uma crítica ao profeta Maomé você não têm mais chance. Também é o pensamento de que se você deixar a religião você recebera o que merece que é a morte.

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