O
caso da jovem Brittany Maynard, que optou aos 29 por um fim a sua vida, após
uma luta contra um câncer no cérebro, foi condenado pelo papa Francisco, que
chamou o episódio de crime contra deus e falso senso de compaixão. Desde então,
o carismático líder vem lutando quase que diariamente, em diversos países
contra temas como o aborto e a eutanásia.
Algo
tendencioso, após o fracasso do pontificado de Bento XVI, conservador ferrenho,
que acusou ateus pela maldade no mundo, para acobertar a nojenta sodomia de
sacerdotes com crianças. Trazendo de volta hábitos medievais como a missa em
latim. A fanática luta contra o uso de preservativos, promovendo mentiras
desvairadas sobre os preservativos não protegerem contra a Aids, levando
milhares de pessoas na África e em outros continentes a morte. Deixando o
papado sobre escândalos envolvendo máfias e altíssimas fortunas mundiais.
A
humanidade assistiu os erros desenfreados dos pontífices ao longo dos séculos,
e não devemos nos esquecer, que a igreja considera-se infalível. E baseado na
superstição pré-científica, Francisco tem caído no mesmo erro de condenar a ciência,
assim como a personalidade própria de cada indivíduo. É algo entendido pela
nossa lógica, se do caso contrário ele não pregasse uma moralidade, mesmo que
medieval, seria a ruína da própria Igreja.
O
líder, carismático e inovador, tem posto de lado, muitas posições, como a
decisão de que eram necessários três ‘milagres’ para o processo de canonização.
O desuso da liturgia antiga, e passando por cima das mais altas regras
eclesiásticas, entre outras decisões que tem deixado a muitos clérigos perplexos.
Ao
condenar os pais da jovem Maynard, sua mãe rebateu as críticas com as palavras:
A decisão de minha filha de morrer sem dor, em vez de sofrer uma degradação
física e mental com um sofrimento intenso, não merece ser tachada de reprovável
por um desconhecido de outro continente, que não conhecia nem as
particularidades de sua situação.
No
assunto a qual ninguém escapa, existe um fanatismo generalizado sobre a
eutanásia. Ao contrário de nossos animais de estimação, que podem ser levados
ao veterinário e morrer sob efeito de uma anestesia geral. Somos a única
espécie, que está condenada a sofrer para morrer. Particularmente, se soubesse
que teria uma doença irreversível, que acabaria com meu corpo e minha mente
pouco a pouco, causando sofrimento prolongado a mim e a meus familiares,
gostaria de tomar um ‘soro para dormir’. Mais por sermos isentos disto, somos
destinados a sofrer no processo da morte.
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